segunda-feira, 29 de agosto de 2011

Câmara Escura de Orifício

A câmara escura de orifício é um objeto totalmente fechado, com as paredes opacas e com um pequeno orifício em uma das faces. Ao colocarmos um pequeno objeto luminoso ou iluminado em frente à câmara, podemos observar a imagem formada na parede oposta ao orifício. Essa imagem é uma imagem real e invertida.
 
O olho humano se comporta como uma câmara escura de orifício, onde a luz entra pela íris, e o orifício central é a pupila. Ao penetrar a pupila, a luz chega à região oposta chamada de retina, onde a imagem é formada. Essa imagem, assim como na câmara escura, é invertida.
Na câmara escura, quanto menor for o orifício, mais nítida será a imagem formada pela câmara.
Esta semana na aula de física os alunos do 2° Ano A, turno manhã construíram uma câmara escura para poder visualizar a formação da imagem e entender um pouco melhor como ela é formada.
Para a construção de uma câmara de orifício, foi dividido os alunos em grupos de cinco e pedido que trouxessem os seguintes matérias:

1 caixa de sapato.
1 pedaço de papel vegetal
1 tesoura
1 prego
1 tudo de cola de papel








 







 
Foi explicado como deveriam prosseguir e todos como muito afinco realizaram os procedimentos. Depois disso todos puderam ver a formação da imagem em sua câmara escura.





sábado, 27 de agosto de 2011


A Poesia Romântica

      Com a proposta de trabalhar os poetas paraibanos, sugerido pela professora Marilia, o grupo de professores Inajar (Física), Maria de Jesus (Língua Portuguesa) e Tathiana (Matemática), optaram por trabalhar trechos de poesias de autores paraibanos retratando as possíveis formas que o Amor apresenta, quer na parte cômica, triste ou saudosa. Os autores e poesias homenageados foram:
  • A  Morte de um amor adolescente – José João Torres – Declamado e encenado pelos alunos: Wallisson e Edenia.



     




















    • Cicatrizes do Tempo – Luiz Fernandes – Declamado e encenado pela aluna Eduarda.


      
     
    • Naquela Tarde – Peryllo Doliveira – Declamado e encenado pelos alunos Paulo Felipe e Jaqueline.


       
      • O meu palhaço – Silvino Olavo – Declamado e encenado pelos alunos Tito, Maria de Fátima, Yan e Helen.



      •  Noivado – Augusto dos Anjos – Declamado e encenado pelos alunos Roberto e Rosilene.

         











               Durante todas as apresentações a aluna Crislane falava um pouco sobre cada autor e da poesia que ia ser encenada. A sala de poesia romântica deu início às apresentações na parte da tarde, assim os alunos da escola puderam ter contato com as poesias. O professor Inajar trouxe os seus alunos do 8° Ano do Francisca Leite para prestigiar as declamações. Na parte da noite houve algumas apresentações e logo depois todos foram assistir à palestra. Também aqui queremos agradecer aos alunos que nos ajudaram mas não apareceram, pois, estavam nos bastidores, são eles: Maria Izabel, Maria Oliveira, Thaysllanna, Daiane, Daiana, Rafael. Mikael e Max. 

       









       








      Deixamos aqui o mais sincero agradecimento a todos que colaboram de forma direta e indireta na realização deste 1° Café Literário e esperamos contar com todos nos próximos eventos desta Escola.