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sábado, 30 de julho de 2011

Óleo de Cozinha no Meio Ambiente

   O óleo de cozinha é altamente prejudicial ao meio ambiente e quando jogado na pia (rede de esgoto) causa entupimentos, havendo a necessidade do uso de produtos químicos tóxicos para a solução do problema.
    Depois de ser usado, o óleo de cosinha pode ter dois destinos: dar uma enorme dor de cabeça e prejuízo para seu bolso e para o meio ambiente ou se transformar me economia e, eventualmente, em receita extra. Podemos perceber que a segunda opção é a mais interessante e uma forma de aproveitarmos esse óleo é transformá-lo em sabão. O sabão pode ser feito me casa mesmo ou enviado a empressas que o transformam em produtos de limpeza ou biodisel. 
    Através do incentivo do  Professor de História Paulo Macedo, os alunos do 3° EJA a presentaram um seminário explicando o processo de fazer sabão utilizando o óleo de cozinha usado. Vejamos algumas fotos desse seminário.




   






Se vôce quer ajudar o meio ambiente produzindo sabão em sua casa, aqui vai a receita que os alunos nos forneceram:
Receita

- 4 litros de óleo comestível usado;
- 2 litros de água;
- ¹/² copo de sabão em pó;
- 1 kg de soda cáustica;
- 5 ml de óleo aromático de erva-doce ou outro a gosto.
Esquenta a água. Separar meio litro e dissolver o sabão em pó nele. Dissolver a soda cáustica nos litro e meio de água restante. Adicionar lentamente as duas soluções ao óleo e mexer durante 20 minutos. Adicionar a essência mexendo bem, e despejar nas fôrmas escolhidas. Desenformar apenas no dia seguinte.









 

segunda-feira, 25 de julho de 2011

Seminário apresentado pelos alunos do 3° Ano A. Turno - Manhã.
Bullying

    Bullying é um termo da língua inglesa (bully = “valentão”) que se refere a todas as formas de atitudes agressivas, verbais ou físicas, intencionais e repetitivas, que ocorrem sem motivação evidente e são exercidas por um ou mais indivíduos, causando dor e angústia, com o objetivo de intimidar ou agredir outra pessoa sem ter a possibilidade ou capacidade de se defender, sendo realizadas dentro de uma relação desigual de forças ou poder. 
 As pessoas que testemunham o bullying, na grande maioria, alunos, convivem com a violência e se silenciam em razão de temerem se tornar as “próximas vítimas” do agressor. No espaço escolar, quando não ocorre uma efetiva intervenção contra o bullying, o ambiente fica contaminado e os alunos, sem exceção, são afetados negativamente, experimentando sentimentos de medo e ansiedade.

 As crianças ou adolescentes que sofrem bullying podem se tornar adultos com sentimentos negativos e baixa autoestima. Tendem a adquirir sérios problemas de relacionamento, podendo, inclusive, contrair comportamento agressivo. Em casos extremos, a vítima poderá tentar ou cometer suicídio.

 No Brasil, uma pesquisa realizada em 2010 com alunos de escolas públicas e particulares revelou que as humilhações típicas do bullying são comuns em alunos da 5ª e 6ª séries. As três cidades brasileiras com maior incidência dessa prática são: Brasília, Belo Horizonte e Curitiba.


Os atos de bullying ferem princípios constitucionais – respeito à dignidade da pessoa humana – e ferem o Código Civil, que determina que todo ato ilícito que cause dano a outrem gera o dever de indenizar. O responsável pelo ato de bullying pode também ser enquadrado no Código de Defesa do Consumidor, tendo em vista que as escolas prestam serviço aos consumidores e são responsáveis por atos de bullying que ocorram dentro do estabelecimento de ensino/trabalho.

    Texto tirado do Site Brasil Escola - Autor Orson Camargo

sábado, 11 de junho de 2011












segunda-feira, 6 de junho de 2011

 Este seminario apresentado pelos alunos do 3° Ano Médio do truno da noite, teve como objetivo, contar um pouco de como é a cultura africana e como era a cultura dos Índios em nosso estado.











quarta-feira, 27 de abril de 2011

No dia 13 de abril, a turma do 3° ano da manhã, demostraram seus conhecimentos sobre a República Velha, através de um seminário onde as equipes falaram um pouco sobre o tema. Retratando os movimentos messianicos e urbanos. A primeira equipe composta por Ludimila, Maria Danielli, Paulo Sérgio, Artur Lourenço e Artur Yan, com o tema Tenentismo e a 2° Equipe composta por Kataline e Thatiane, com o tema Canudos.
Professor Paulo José.